Navegando pelo Desconhecido
Estava
eu, em minha ilha de cor e cores procurando algo diferente, inovador que
pudesse transformar o colorido de sempre, e dar um toque especial e único. Foi
quando avistei aquele mar imenso e misterioso.
Então
decidi embarcar no meu pequeno navio, e seguir naquele imenso mar azul em busca
de novas descobertas de cores, desvendar os mistérios de outras ilhas onde
terminava o arco íris.
Nas
minhas navegações avistei O Novo Realismo a primeira ilha que desembarquei, e
com sede de novidade deparei num período de mudanças radicais em relação às
correntes artísticas existentes na época, onde buscavam novas abordagens da
realidade trazendo uma tendência aberta. No entanto, no meio das abordagens
realistas encontrei o artista Yves Klein que produzia a obra’’ Lá Vent du Voyage – 1962’’ . Em que brincava com as cores, fazendo vários circulos.
Mas, Após este encontro decidi seguir viagem
desbravando ondas e tempestades as até chegar a minha segunda ilha, na qual
deparei com o movimento A Arte Pop, um movimento que surgiu com a finalidade de
agregar um produto de massa, popular e conhecido da realidade contemporânea,
apropriando dos meios de comunicação das mídias, cujo produtos ou objetos
oriundos da publicidade e transforma-los em objetos inovadores com toque de
recortes, impressões gráficas e pinturas. Contudo me vi cercada de objetos e
imagens conhecidas por mim transformadas em belas obras como a de Andy Warhol
‘’Sopa Campbell’’ que se trata de uma lata de leite condensado com roupagem
colorida e diferente. Foi ai que percebi que estava no caminho certo, depois de
tanta beleza que havia visto na minha caminhada.
E
assim continuei a navegar, pois ainda existia ilha desconhecida que precisava
desvendar os seus mistérios de mil cores que resplandecia no arco íris.
E
seguindo o meu caminho cheguei a terceira ilha, na qual fiquei deslumbrada com
tantas possibilidades existentes, percebi que minhas buscas não foram em vão,
então se tratava do período do ‘’Neoexpressionismo’’, que havia uma magia em
suas cores com pinceladas rápidas e aparentemente grosseira, dando a liberdade
para as pessoas representar suas emoções com liberdade, confiança e expressando
a angustia do contemporâneo, ao mesmo tempo que expressava tranquilidade
aguçava minha curiosidade.
Portanto
sem medo de enfrentar o desconhecido, veio a vontade de buscar novas cores para
brincar com as habilidades e experiências, na qual fui buscar e encontrei na
obra de Basquia t- . Auto retrato – 1985. Mas, mesmo assim não terminou minhas
busca.
Bibliografia:
http://enciclopedia.itaucultural.org.br/termo362/novo-realismo