quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Ponto de chegada.
Depois de navegar pelos mares, desbravando insegurança cheguei na minha ultima ilha. Onde o neoexpressionismo desvendava cores e traços. Lá estava o artista Basquiart, que com misturas surgem uma legião de cores através das misturas.
E assim como o Artista, vou experimentação a conhecendo outras possibilidades.
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Caminhos da Navegação
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Navegando pelo Desconhecido
Estava
eu, em minha ilha de cor e cores procurando algo diferente, inovador que
pudesse transformar o colorido de sempre, e dar um toque especial e único. Foi
quando avistei aquele mar imenso e misterioso.
Então
decidi embarcar no meu pequeno navio, e seguir naquele imenso mar azul em busca
de novas descobertas de cores, desvendar os mistérios de outras ilhas onde
terminava o arco íris.
Nas
minhas navegações avistei O Novo Realismo a primeira ilha que desembarquei, e
com sede de novidade deparei num período de mudanças radicais em relação às
correntes artísticas existentes na época, onde buscavam novas abordagens da
realidade trazendo uma tendência aberta. No entanto, no meio das abordagens
realistas encontrei o artista Yves Klein que produzia a obra’’ Lá Vent du Voyage – 1962’’ . Em que brincava com as cores, fazendo vários circulos.
Mas, Após este encontro decidi seguir viagem
desbravando ondas e tempestades as até chegar a minha segunda ilha, na qual
deparei com o movimento A Arte Pop, um movimento que surgiu com a finalidade de
agregar um produto de massa, popular e conhecido da realidade contemporânea,
apropriando dos meios de comunicação das mídias, cujo produtos ou objetos
oriundos da publicidade e transforma-los em objetos inovadores com toque de
recortes, impressões gráficas e pinturas. Contudo me vi cercada de objetos e
imagens conhecidas por mim transformadas em belas obras como a de Andy Warhol
‘’Sopa Campbell’’ que se trata de uma lata de leite condensado com roupagem
colorida e diferente. Foi ai que percebi que estava no caminho certo, depois de
tanta beleza que havia visto na minha caminhada.
E
assim continuei a navegar, pois ainda existia ilha desconhecida que precisava
desvendar os seus mistérios de mil cores que resplandecia no arco íris.
E
seguindo o meu caminho cheguei a terceira ilha, na qual fiquei deslumbrada com
tantas possibilidades existentes, percebi que minhas buscas não foram em vão,
então se tratava do período do ‘’Neoexpressionismo’’, que havia uma magia em
suas cores com pinceladas rápidas e aparentemente grosseira, dando a liberdade
para as pessoas representar suas emoções com liberdade, confiança e expressando
a angustia do contemporâneo, ao mesmo tempo que expressava tranquilidade
aguçava minha curiosidade.
Portanto
sem medo de enfrentar o desconhecido, veio a vontade de buscar novas cores para
brincar com as habilidades e experiências, na qual fui buscar e encontrei na
obra de Basquia t- . Auto retrato – 1985. Mas, mesmo assim não terminou minhas
busca.
Bibliografia:
http://enciclopedia.itaucultural.org.br/termo362/novo-realismo
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Descobertas
Cor e cores intensas, onde
existem grandes possibilidades de descobertas de algo que ainda vai surgir com
suas misturas inusitadas.
Associo a procura do homem
em busca do desconhecido, sem medo de se aventurar ao encontro do novo e a
esperança de algo melhor. Assim seguiu os grandes mestres da pintura nas suas
buscas incessantes.
Este é ser humano, sempre
caminhando por caminhos desconhecidos e incertos, mas com a certeza que vai
provocar reações inesperadas com suas atitudes e ações.
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
O conto da ilha desconhecida
O
conto da ilha desconhecida de José Saramago, conta a historia de um homem que
vai bater na porta de um rei, que atende um pedido de cada vez e se espanta ao
ouvir o pedido diferente do que era acostumado a ser solicitado.
“Um
homem foi bater à porta do rei e disse-lhe, Dá-me um barco”. A casa do rei
tinha muitas portas, mas aquela era a das petições. E ocupado como sempre,
demorava dar resposta, e já não era pequeno o sinal de atenção ao bem estar e
felicidade de seu povo.
Contudo,
no caso do homem que queria um barco, as coisas não se passaram bem assim.
Quando a mulher da limpeza lhe perguntou pela abertura pequena da porta, Que é
que tu queres o homem, em lugar de pedir, como era o costume de todo um título,
uma condecoração, ou simplesmente dinheiro, respondi, Eu quero falar com rei,
então a mulher falou ao homem que o rei não podia vir àquela porta obséquios,
Pois então ele disse que só sairia de lá após falar com o rei. Esse pedido
deixou o rei desconsertado, tamanho era sua surpresa que chegou a passar mal,
tendo que sentar e em seguida perguntou ao homem para que queria um barco do
rei que lhe perguntou, Ele respondeu quero ir a procura da ilha desconhecida. E
o rei disse que não existe ilha desconhecida, pois todas já estavam demarcadas
e tão pouco tinha marinheiro e tripulações.
Mas
o homem falou, não quero marinheiros apenas um barco para ir a procura da ilha
desconhecida. Foi então que explicou ao rei que se achasse esta seria dele
O
conto mostra-nos a importância de lutar pelo os nossos sonhos e desejos e que
temos que ser persistente em nossas buscas e jamais desistir dos objetivos. E ao
seu lado, teve a empregada que assim como ele acreditava na capacidade de
vencer e realizar o seu sonho. Assim somos nós que estamos sempre em busca de
segurança e realização dos sonhos. E que em muitos casos querem apenas o
emprego para dar inicio as suas comquistas.
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